Repensando a Osteoporose

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De acordo com a Nova Medicina Germânica, por Caroline Markolin, Ph.D.

Tradução: Simone Carvalho

A osteoporose, definida como uma “enfermidade” na qual os ossos se tornam porosos e fracos, ocorre (pelo menos como aprendemos) predominatemente em mulheres depois da menopausa. Mas, por quê as mulheres após a menopausa estão em maior risco? Por quê não são todas as mulheres após a menopausa que desenvolvem a osteoporose? Por quê algumas sofrem maior perda de tecido ósseo que outras? Por quê em um caso a coluna é afetada, e em outro o quadril ou o ombro?

A Nova Medicina Germânica (NMG), descoberta em 1981 pelo medico internista alemão, Dr. Ryke Geerd Hamer, nos oferece firmes respostas científicas à estas perguntas.

Um pouco de informação prévia: O Dr. Hamer explica a enfermidade como uma interação sincrônica entre a psiquê, o cérebro e o órgão. Ele descobriu que cada enfermidade é iniciada por uma experiência que nos pega completamente de surpresa. Ele chamou esse conflito inesperado de um DHS (Síndrome de Dirk Hamer), em honra ao seu filho Dirk, cuja trágica morte iniciou o próprio câncer do Dr. Hamer. De acordo com a Nova Medicina Germânica, cada “enfermidade” tem duas fases. Durante a primeira, a fase ativa do conflito, nos sentimos mentalmente estressados, temos as extremidades frias, pouco apetite e sofremos de transtornos do sono. Se resolvemos o conflito, entramos na fase de cura, como o Dr. Hamer gosta de chamar. Este é o período no qual a psiquê, o cérebro e o órgão correspondente passam pela fase de recuperação, um processo difícil, com fadiga, febre, inflamações, infecções e dor.

Na NMG, o cérebro é de importância fundamental. Hamer encontrou que no preciso momento em que sofremos um DHS (conflito), o choque do conflito impacta uma área específica do cérebro deixando uma marca que é claramente visível em uma tomografia cerebral. Devido ao fato de que cada região cerebral está conectada com um órgão em particular, o tecido que é controlado pela área cerebral afetada responde desenvolvendo um tumor, uma úlcera, uma necrose ou uma alteração funcional. Assim o órgão responde ao choque do conflito com um crescimento ou uma perda de tecido, dependendo da área do cérebro que se encontra afetada. Levando em conta nosso conhecimento da evolução do homem, de maneira adicional o Dr. Hamer descobriu que no curso de vários milhões de anos de evolução, cada camada do cérebro foi programada com certas respostas biológicas que garantiam a sobrevivência das espécies. Por exemplo: se um mamífero ou um ser humano experimentavam de repente medo de morrer, as células dos alvéolos pulmonares se multiplicavam imediatamente para prover ao organismo maior captura de oxigênio para que a crise pudesse ser resistida. Comumente chamamos isso de câncer pulmonar. Devido ao fato de cada ser humano nascer com estes “Programas Biológicos Especiais e Significativos da Natureza”, em clara oposição ao termo “enfermidade” que implica em uma desordem do organismo e um mal funcionamento da Natureza.

Graças à análise sistemática de milhares de tomografias cerebrais computadorizadas, o Dr. Hamer estabeleceu que o tecido ósseo sempre se afeta quando uma pessoa experimenta uma inesperada perda de autoestima. Tal “conflito de desvalorização” pode ser disparado por uma crítica insensível ou injusta, por ser diminuído, por falhar no trabalho, nos esportes e na escola, ou quando nos sentimos sem apoio. A enfermidade, o envelhecimento ou a transição para a aposentadoria, provém infinitas situações que podem disparar uma perda da própria confiança. A localização sempre depende do tipo específico de auto desvalorização. Se nos sentimos desvalorizados por completo, a coluna inteira será afetada. Se nos sentimos desvalorizados abaixo da cintura (em relação a um problema com o parceiro) o quadril sofrerá as consequências. Uma perda de auto respeito como em “sou um parceiro ruim” afetará o ombro direito, assumindo que a pessoa é destra. Devido ao fato do cérebro ser fundamental na NMG, a lateralidade é um fator decisivo ao avaliar a situação. A camada cerebral que recebe o choque de auto desvalorização é a medula cerebral (substância branca, parte interior do cérebro), que controla os ossos, tendões, músculos e outros tecidos de suporte que literalmente sustentam nossa auto estima. No nível do órgão observamos as seguintes mudanças: no momento que o conflito impacta, a matriz mineral dos ossos começa a diminuir, produzindo espaços e pequenos buracos no osso. O termo clínico para esse processo de descalcificação é osteoporose. Quanto mais tempo dure o conflito, mais massa óssea se perderá. Assim, nesta etapa não existe um perigo real de fratura devido ao fato do periósteo, a capa que cobre os ossos, funcionar como um escudo estabilizador. A solução do conflito é como dobrar uma esquina. No momento em que recuperamos nossa auto estima, os espaços serão preenchidos e o osso afetado será reconstituído. O aumento de volume que vem com o processo de reparação produz estiramento do periósteo, no qual pode ser muito doloroso. Quando o periósteo se estira, o osso perde seu suporte e se quebra facilmente. Sendo assim, é no processo de cura que existe um maior risco de apresentar fraturas espontâneas. Depois da reparação se completar, o osso é muito mais forte do que antes. Biologicamente, esse processo tem o propósito de reforçar o tecido ósseo que foi afetado pelo choque do conflito, para que na próxima ocasião que sofrermos um DHS (conflito) dessa natureza, nosso organismo se encontre melhor preparado. 

A NMG dá o link que falta do porquê nem toda mulher pós menopausa desenvolve a osteoporose. A ginecologista Dra. Susan Love documenta em seu livro “Hormone Book” (Livro dos Hormônios) que, a correlação entre a perda de osso e a deficiência de estrogênio é puramente hipotética. A investigação do Dr. Hamer também mostra que a osteoporose em nada se relaciona com as mudanças hormonais, mais sim com a mudança da perda de auto estima das mulheres no pós menopausa. Depois que os filhos deixam o lar, a mulher sente que não é mais necessária. Com as mudanças que vêm na menopausa, as mulheres simplesmente não se sentem iguais. Seu desempenho físico, mental e sexual já não são como eram antes. Nesta etapa da vida, a autoestima da mulher é muito vulnerável.

A terapia de reposição hormonal tem sido regularmente prescrita para a perda de densidade óssea, até que pesquisas recentes à submeteram à um novo questionamento (seus sérios efeitos secundários foram recentemente publicados pela Iniciativa de Saúde das Mulheres (Women’s Health Initiative). A terapia hormonal de reposição funciona? É bem sabido que o estrogênio faz uma mulher sentir-se mais jovem, o que consequentemente a faz sentir mais atrativa. Este aumento do estrogênio poderia somente estar fazendo um “truque” ao resolver o conflito de auto desvalorização de uma mulher. Portanto, não o estrogênio , por si só, que melhora a saúde óssea, mas sim o efeito do hormônio sobre a psique de uma mulher. A Nova Medicina Germânica realmente nos oferece muito a (re)aprender.

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