O HPV e o câncer do colo de útero

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O cientista alemão Dr. Harald zur Hausen recebeu em 2008 o prêmio Nobel de medicina pela sua descoberta da relação entre o HPV e o câncer de colo do útero. Segundo se pensa atualmente na medicina convencional, quase todos os cânceres cervicais (cérvix = colo do útero) são causados pelo vírus do papiloma humano (HPV), um vírus comum que se dissemina através das relações sexuais. Existem muitos tipos diferentes de HPV e muitos deles não causam problemas. Somente certas cepas deste vírus realmente conduzem ao câncer cervical.

A Nova Medicina Germânica não nega os feitos de laboratórios, nem os dados clínicos; mas interpreta à luz de critérios diferentes, em particular, das 5 leis biológicas. O câncer de colo de útero é causado por um conflito biológico de frustração sexual. Biologicamente entendido como o sentido feminino de “não ser possuída”, impossibilidade de copular.

Durante a Fase Ativa se produz uma ulceração no colo do útero; quando se resolve o conflito e se adentra na Fase de Cura, então se produz ao redor das úlceras uma proliferação celular, que dependendo da sua intensidade, dará lugar a diversos diagnósticos médicos (displasia leve, displasia moderada… ou carcinoma de colo do útero).

A Quarta Lei Biológica estabelece que o vírus atua durante a fase de cura nos órgãos de origem ectodérmica. É por esta razão, dado que o colo de útero é (embriologicamente) de origem ectodérmico, que na Fase de Cura se encontra a ação do vírus do papiloma humano, se este estiver presente no organismo, o que é muito frequente.

Consequentemente não é o vírus do papiloma humano que causa o câncer de colo do útero; mas sim age como um coadjuvante na proliferação celular que pretende reparar a ulceração prévia, para que a dita proliferação se realize de uma forma mais rápida durante a Fase de Cura. O vírus atua em coordenação simbiótica com o organismo para acelerar a proliferação celular. Como a medicina convencional desconhece as Leis Biológicas, interpreta a presença do HPV atuando no tumor como a causa do tumor.

Outra consequência disto é que sem que exista um conflito biológico correspondente prévio ou que existindo não tenha sido solucionado, o vírus do papiloma humano não exerce nenhuma função para provocar a proliferação celular. É não patogênico. Isto explica, como a medicina convencional tem constatado, que “a maioria dos casos não apresentam sintomas, a infecção persistente por HPV genital pode causar câncer nas mulheres”. E outro artigo se confirma isto ao sinalizar: “no geral, a infecção de HPV de alto risco não causa problemas de saúde a ninguém. Mas, ocasionalmente a infecção por este tipo de vírus pode provocar alterações celulares. Com o tempo estas mudanças podem conduzir ao câncer, se não forem tratadas. Só a infecção persistente de HPV de alto risco (aquela que não desaparece durante anos) aumenta o risco de câncer nas mulheres”.

O motivo pelo qual a “maioria dos casos não apresentam sintomas” ou de que uma infecção persistente por HPV de alto risco “não causa problemas de saúde à ninguém” é porquê a maioria das mulheres não tem o conflito biológico correspondente; só uma porcentagem delas terão tal conflito, e dado que a infecção por HPV é comum, essas mulheres ao resolverem o conflito experimentam durante a Fase de Cura, os “sintomas” do HPV. Sua ação no organismo começa no início da Fase de Reparação da úlcera do colo do uterino, mediante uma proliferação celular. Isto também está parcialmente modificado pelo fato de que nem todos os tipos de HPV se relacionam com o câncer de colo uterino, já que há cepas do vírus que não atuam sobre o útero, mas sobre outros órgãos. Nestes casos a Nova Medicina investiga o conflito prévio e resolvido correspondente a cada órgão.

Vale a pena analizar o que assinala um artigo: “em mulheres jovens a frequência de infecção com o vírus papiloma humano é muito alta: até 50% das mulheres adolescentes e adultas jovens adquirem a infecção pelo vírus papiloma humano nos primeiros 4 – 5 anos após o início da vida sexual ativa. Destas mulheres, até 25% das que se infectam pelo HPV desenvolvem lesões escamosas epiteliais de grau (LSIL). Não obstante, nestas mulheres jovens, de 90 – 95% das infecções se curam sozinhas, sem nenhum tratamento.”

Perceba como as estatísticas mencionam mulheres “sexualmente ativas” (já que o HPV é sexualmente transmissível). Mas a Nova medicina tem uma leitura adicional que sempre devemos levar em conta: um conflito biológico de frustração sexual é muitíssimo mais provável em pessoas sexualmente ativas do que nas que não são, já que o tipo de conflito têm relação direta com a sexualidade, com conflitos sexuais de parceiros. Este aspecto sexual é a chave quando se analisa o HPV e sua relação com o câncer de colo de útero.

Outro aspecto a se levar em conta é a alta taxa de mulheres cujas infecções com o HPV “se curam sozinhas, sem nenhum tratamento”. O leitor que conheça a Nova Medicina intuirá o motivo: somente as mulheres que entram em Fase de Cura do conflito correspondente irão “ativar” a ação do vírus HPV como acelerador da proliferação celular que se inicia com a solução do conflito biológico. Se não houver o conflito correspondente ou se houver porém ainda não resolvido, a Nova Medicina prediz que a infecção “se curará sozinha”, sem que produza efeito algum no organismo (além da sua manifestação sorológica).

Em resumo, a Nova Medicina postula que o HPV e sua ação sobre o organismo depende das 5 Leis Biológicas. São estas leis que explicam o funcionamento e ação desse vírus nos cânceres de colo de útero. Isto não é uma mera afirmação sem fundamento, mas algo que se pode demonstrar em X número de pacientes com câncer de colo de útero e HPV.

A Nova Medicina prediz que todas estas pacientes se encontram na Fase de Cura. O que pode corroborar, não somente examinando a psique de cada paciente, mas também verificando a presença do respectivo Foco de Hamer em forma de edema cerebral, localizado no lóbulo temporal esquerdo do cérebro.

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